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Contantes, Olhos


 
 

Normal

Destoado,
Liberado de suas funções mais básicas.
Renegado,
Deixado de lado em sua fábula preferida.
Resvalado,
De uma maneira que até mesmo quem não queria, percebeu.

E eu me encontro aqui,
Quieto!

Embolado,
Perdido nos nós de seus dedos.
Respingado,
Escorrido da calha que nos mantinha seco.
Desleixado,
Que contou até um numero infinito grande antes de sumir.

E eu sigo aqui,
Quieto...
Parado...
Normal!



Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina Marin às 23h03
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Batalha

Caleje essas mãos que não dizem nada
Que venha, que tenha, que seja, que valha
E não deixe que venham e joguem a mortalha

Maneje este espaço que tem na batalha
Que sue, que suje, que sonhe, que entalha
e termine essa luta que lhe cobre de palha

Levante, não vê que quem lhe ganha é essa tala,
Que lhe cobre, lhe esconde, lhe manca e lhe cala?
Que lhe mata o corpo e o joga na vala?

Que o mata, o disseca, o cobre em mortalha
Que o cala, emudece, lhe tirando a navalha
Que esconde entre as mãos como quem quer migalha

E seja operante, quem vence, quem são
E não tenha o medo de ser contramão
Pois a batalha vencida é a resposta, o clarão.



Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina Marin às 15h43
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Falante

Sentidos Aguçados, armados, esperando a tempestade passar
Pois nessa tempestade está programado o alarme, do lado de lá
E na hora certa, correr e voar é pelo que, seguindo, devem passar
Portanto, alerta! Cuidado! Passado, remoto. Futuro Já.

Saibam que, por alto, alto, chegando, deve pousar
a máquina alada que está funcionando, ligada, vai lhes buscar
Salvando-lhes do que fujo e do que cruzo, luta a travar.
Sem mais, Atentos! Ao vento, da coisa, chegando, ao pousar.

E não hesitem, sem medo, encarem, o desafio de voar
Pois voando, no vento, ja sei que, sonhando, vão se encontrar
E, ao desistir da tempestade, terão mais um pouco pra, então, alcançar.
E não serão como bobo, que esperam, na chuva, sem saber do chegar.

...

Agora já sozinho, caminho, na chuva, sabendo o que há
Pois o caminho está livre, sem gente, sozinho vou caminhar
Pois todos se foram, minhas palavras seguiram, tudo isso, sem hesitar.
E a tempestade parou, e tudo é meu, e com gozo, vou disfrutar.

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina Marin às 04h17
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Assim segue

Se um humano é oponível àquilo que ele vê
Faz menino, faz moleque, faz de um tudo sem querer
Mas não guarda argumentos que sozinhos são saber

Se um humano é elegível a um posto interessante
Faz soneto, faz soneca, enche a mão de conservante
Mas só usa essa lábia de modo nictitante

Se um humano é inteligível, em sua fala, em seus gestos
Faz bobagem, faz inveja, faz o mundo não ser testo
Mas sua mente, tão pequena, só se foca nestes restos

Se um humano é todo crível, mesmo dentro quanto fora
Faz-se nada, uma piada, que sempre some na hora
E o mundo segue assim, um odeia e o outro adora

É o mundo, imperfeito, que se vive e se aceita
é um querendo muito disso, e o outro só se deita
E o mundo assim segue, toda a merda já está feita.

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina Marin às 23h37
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SIGA!

Vamos em frente!

Que em frente não há dívidas
que em frente não vem gente,
Mesmo que recorrente,
Em frente só há ar

Adiante!

Que o sempre é constante
Que sempre é um instante,
mesmo que distante,
Adiante não faltará.

Mas, Siga!

Que quem segue, vive a vida
Que quem segue, cura a ferida
Mesmo que despedida,
Seguindo sempre há

E aprenda a parar
pois então pare!

Pois parado há quem repare
estando a vista, a quem compare
Pois, se digo, Dispare
é por que seu lugar quero tomar.

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina Marin às 02h56
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Fragmentos

Ao olhar ao horizonte,
É possível ver estrelas
É possível vê-las
É possível ver-te

E são essas estrelas
Que liberam suspiros,
Dentro da mente,
Daquilo que fora algo

E as peças se soltam,
As estrelas se vão.
E as vezes se fazem,
as estrelas se vão.

Ao olhar ao horizonte
é possivel ficar cego,
Pois não ver-te,
Pois não ser-te.

http://www.youtube.com/watch?v=DMHmJUPMgzs - Alejandro Sanz - Viviendo deprisa

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina Marin às 02h38
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Dois "Ses"

Sem sombras, sem morte
Aquele que escapou da sorte
Se torna o mais especial

E nessa jornada eu vou
Mesmo que não seja nada mais
que aquilo que eu ja possuia.

Quantas vezes sonhei o horizonte?
De quando estava no chão,
e cai.

Pois é isso que me restou
não mais que aquilo que ja me restara
ontem

E eu ouvi os passos
Eu ouvi os rastros
e perdi

Ouvi a calma
ouvi a alma
e não sorri.

se fosse Dois dias?
Seria só.
Seria nada.

E se não fosse sonho?
Fim!
mesmo que nada tenha saido da minha mente.

http://www.goear.com/listen/c0dad8f/konayuki-remioromen

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina Marin às 01h28
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Três da manhã

Três da manhã, e o sol me queima
Três da Manhã e a luz me cega
Três da manhã e o suor me molha
Estou sonhando

Três da manhã, e o sono bate
Três da manhã, e o frio aperta
Três da manhã e os olhos fecham
Estou acordado

Três da manhã, e a imagem vem
Três da manhã, seguido de um toque
Três da manhã, perfeição.
Estou sonhando acordado.

http://www.goear.com/listen/5c380a5/human-the-killers

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina Marin às 02h48
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Fim de tarde

Rastejando sobre a grama
a minha sombra passa
Deixando-me sem graça
Enquanto todos pensam

E toda a força despejada
Sobre uma peça, um nada
Sugando-me a mente
Enquanto tudo passa

Essa ilusão me rasga
E o que sobra é o medo
Que ja não é segredo
Mas deveria ser

De quem brinca com desejos
De quem deixa alí os sonhos
minha mente vê o confronto
Entre o pensar e o sentir

Alí, Entre as sombras
Que se molha
Com a chuva
Que há de cair.

http://www.goear.com/listen/2a5e0c3/last-night-good-night-hatsune-miku

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina às 04h31
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O Ponto

O seguinte ponto,
Apontado como franco
Mesmo que sempre fraco
Mesmo que sempre Pronto
 
É somente um ponto,
Que se soma ao absoluto
De quem sempre Luta
De quem sempre Luto
 
De que vale esse ponto?
Se do mesmo eu reviso
Toda forma de tempo
Toda forma de riso
 
De que vale a mentira?
O ponto forçado, bruto
É mentira absoluta
É o Zero Absoluto

http://www.goear.com/listen/490502d/hikari-no-willpower-hironobu-kageyama

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina às 21h16
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Limítrofe

 

Se da paz que hei
de fazer, de sonhar,
sei que um dia, Rei,
hei de me tornar

Uma luz, trouxe a ti
Te encontrar, te seguir
que no mais de minhas palavras
perder-me, encontro aqui

Desse limite que me encontro
Desse encontro que me muda
A aparencia é escudo
que no mais me deixa fraco

E como faço se um dia
quis eu ser racional
se a paz que me encontrava
era limítrofe com caos

E agora o resto é Dúbio
dois mundos que se chocam
Se encontrava tudo posto
me vejo correndo Aurido

Que se faça luz,
Nessas trevas torturantes
nada disso é muito fácil
duas vidas, duas amantes.

http://www.goear.com/listen/93adaa5/hercules---i-wont-say-(im-in-love)-alan-menken

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina às 23h14
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Brisa

 

(...) me lembro de um dia, há muito tempo, que estava andando pelo escuro, no meio do nada. Era de noite e a brisa me arranhava o rosto. Era uma sensação diferente. Dos meus olhos saía a luz suficiente. Hoje ao lembrar-me, saem luzes de meus olhos... nostalgia... Uma das sensações mais incríveis que existem.

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina às 02h49
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Fazendo

 

Me faça, Repassa,
E não me deixe assim.
Sinto que há algo
entre eu e mim.

E corra, escorra,
Me deixe só ao mar.
Sempre que posso, faço!
Sempre que faço, dá.

Mas peço, te peço:
Eu quero sossego, então!
Se podes fazer isto,
porque há de ser minha mão?

E meço, mereço,
Está longe, está? Não sei
Se não alcanço, paro
Do alto me joguei.

E quem dera eu ter sido alguém...

 

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina às 00h10
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Sentido!

O visual daquele que me marca,
que me fere, e se esquece
É um tanto quanto estranho
Viu o adorno que lhe decora?

O carnaval daqueles que me chateam
que me mata, de tedio mortal
É um tanto quanto barulhendo
Ouviu essa melodia?

O perfume daquela que me apunhala
que me desnorteia, me enjoa
É um tanto quanto violento
Cheirou suas roupas?

O tocar daquela que me distrai
que me arranha e me marca
É um tanto quanto áspero
acariciou seu rosto?

O doce de todos aqueles que me cansam
que me faz vomitar
É um tanto quanto inutil
Vão adoçar sua paz!




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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina às 00h01
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Olha

Olha a cara daquele que some.
Olha e esconde, escorre a base...
Olhe que sem medo eu vou na direção

Para que servem os meus olhos,
Se eu vejo o vento, violento
mas não vejo a luz?

Olha a terra que implode,
Olha e dá risada... e some
E morre quase em meus braços

Para que serve a minha vida?
Se eu sinto que ela passa...
Mais ou menos...

Olha para meus olhos, não olhe.
Olha para minha vida, não olhe
Morre, que eu volto a sentí-la.

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Categoria: Arte
Escrito por Fabio Lecina às 23h54
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